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  • Resumo da obra "Crítica da Razão Negra" de Achille Mbembe
    Obra erudita e iconoclasta de um dos maiores teóricos do pós-colonialismo, Crítica da Razão Negra aborda a evolução do pensamento racial na Europa, resgatando o conceito de Negro e de homem-mercadoria. Num mundo em que o neoliberalismo e a reactivação da lógica das raças que ele engendra desencadeiam a...
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  • 1. O que a filosofia estuda?
    A. O que ha B. oque existe C. os entes visives D. os entes metafisicos E. A logica
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  • Pressão Arterial
    Pressão Arterial Pressão arterial é a força exercida pelo sangue sobre as paredes dos vasos. Sofre variações contínuas, dependendo da posição do indivíduo, das atividades e das situações em que ele se encontra.Tem por finalidade promover uma boa perfusão dos tecidos e com isso permitir as trocas...
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  • Quais são as dificuldades de fazer pesquisa sobre o género nas sociedades em desenvolvimento?

    As dificuldades de pesquisa em Género em Moçambique se prende com facto de as condições de pesquisa serem bastante precárias, devido à extrema pobreza da população. Isso faz com que os entrevistados esperem remuneração pelo tempo que concedem aos pesquisadores; Verifica-se também uma falta de desenvolvimento de teorias ou estudos locais acerca do género, que espelha uma deficiência intelectual ao nível local, o que faz com que haja pouca informação de autoria local sobre o género; outro aspecto está ligado à falta de noções claras ou seguras de género que espelham a realidade local. Por fim, verifica-se um despreso pelas ciências sociais e métodos qualitativos, o que faz com que não se dê muita importância a essa área. o desafio central dos estudos de gênero africanos é O fato de que as categorias de gênero ocidentais são apresentadas como inerentes à natureza (dos corpos), e operam numa dualidade dicotômica, binariamente oposta entre masculino/feminino, homem/mulher, em que o macho é presumido como superior e, portanto, categoria definidora, é particularmente alienígena a muitas culturas africanas. Quando realidades africanas são interpretadas com base nessas alegações ocidentais, o que encontramos são distorções, mistificações linguísticas e muitas vezes uma total falta de compreensão, devido à incomensurabilidade das categorias e instituições sociais.o idioma casamento/família em muitas culturas africanas é uma maneira de descrever relações patrono/cliente, que pouco têm a ver com a natureza dos corpos humanos. Análises e interpretação de África devem começar a partir de África. Significados e interpretações devem derivar da organização social e das relações sociais, prestando muita atenção aos contextos culturais e locais específicos
    Quais são as dificuldades de fazer pesquisa sobre o género nas sociedades em desenvolvimento? As dificuldades de pesquisa em Género em Moçambique se prende com facto de as condições de pesquisa serem bastante precárias, devido à extrema pobreza da população. Isso faz com que os entrevistados esperem remuneração pelo tempo que concedem aos pesquisadores; Verifica-se também uma falta de desenvolvimento de teorias ou estudos locais acerca do género, que espelha uma deficiência intelectual ao nível local, o que faz com que haja pouca informação de autoria local sobre o género; outro aspecto está ligado à falta de noções claras ou seguras de género que espelham a realidade local. Por fim, verifica-se um despreso pelas ciências sociais e métodos qualitativos, o que faz com que não se dê muita importância a essa área. o desafio central dos estudos de gênero africanos é O fato de que as categorias de gênero ocidentais são apresentadas como inerentes à natureza (dos corpos), e operam numa dualidade dicotômica, binariamente oposta entre masculino/feminino, homem/mulher, em que o macho é presumido como superior e, portanto, categoria definidora, é particularmente alienígena a muitas culturas africanas. Quando realidades africanas são interpretadas com base nessas alegações ocidentais, o que encontramos são distorções, mistificações linguísticas e muitas vezes uma total falta de compreensão, devido à incomensurabilidade das categorias e instituições sociais.o idioma casamento/família em muitas culturas africanas é uma maneira de descrever relações patrono/cliente, que pouco têm a ver com a natureza dos corpos humanos. Análises e interpretação de África devem começar a partir de África. Significados e interpretações devem derivar da organização social e das relações sociais, prestando muita atenção aos contextos culturais e locais específicos
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  • Como relaciona as discussões do texto da Biblia e a realidade de Moçambique?

    Como a África é entendida como uma pluralidade fragmentada, não deixa de ser possível apontar para esboços de um projeto comum para as feministas Africanas bem como Moçambicanas. Onde quer que as mulheres Africanas e Moçambicanas encontrem elas mesmas, limitações biológicas e liberdades que se combinam com fatores sócio-históricos, e não em forma de um caminho pré-determinado, mas como possibilidades abertas. A fenomenologia existencial ensina-nos a concentrar-se sobre a existência, em vez da essência pré-determinada. Neste sentido, o que liga a junção da mulheres Africanas e Moçambicanas não é um jugo metafísico, mas sim uma complexa teia de materiais, vertentes históricas e culturais que convida continuamente, adapta ou transforma. Se os nossos futuros assumir a forma de repetição, diferença, ou ambos, isso, em parte, depende de nós.
    Como relaciona as discussões do texto da Biblia e a realidade de Moçambique? Como a África é entendida como uma pluralidade fragmentada, não deixa de ser possível apontar para esboços de um projeto comum para as feministas Africanas bem como Moçambicanas. Onde quer que as mulheres Africanas e Moçambicanas encontrem elas mesmas, limitações biológicas e liberdades que se combinam com fatores sócio-históricos, e não em forma de um caminho pré-determinado, mas como possibilidades abertas. A fenomenologia existencial ensina-nos a concentrar-se sobre a existência, em vez da essência pré-determinada. Neste sentido, o que liga a junção da mulheres Africanas e Moçambicanas não é um jugo metafísico, mas sim uma complexa teia de materiais, vertentes históricas e culturais que convida continuamente, adapta ou transforma. Se os nossos futuros assumir a forma de repetição, diferença, ou ambos, isso, em parte, depende de nós.
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  • O que é genero na perspectiva da Oyeronke Oyewume?
    Segundo este autor, género é uma categoria estritamente social. Ela baseia se nas questões sociais. A construção do género é mediante aos significados e funções atribuídos ao corpo da mulher e do homem. simbologia e significação dadas ao corpo participa no processo de construção do género. O autor rejeita as perspectivas biológicas como sendo determinantes na definição do género. Na perspectiva do autor, as questões sociais é que definem o género
    O que é genero na perspectiva da Oyeronke Oyewume? Segundo este autor, género é uma categoria estritamente social. Ela baseia se nas questões sociais. A construção do género é mediante aos significados e funções atribuídos ao corpo da mulher e do homem. simbologia e significação dadas ao corpo participa no processo de construção do género. O autor rejeita as perspectivas biológicas como sendo determinantes na definição do género. Na perspectiva do autor, as questões sociais é que definem o género
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  • Qual é a ideia central do texto da Bibi Bakare-Yusuf? E quais os argumentos apresentados para sustentar a ideia?
    A ideia central do texto é fornecer uma teoria do poder, tanto como a capacidade (poder para) e como limitação (poder sobre). Poder para, refere-se à capacidade de agir e provocar mudanças no mundo. Em contraste, o poder sobre, impõe um limite sobre o poder como capacidade. Ao compreender o poder para, e o poder sobre, simultaneamente, somos capazes de ir além da generalização e determinismo, no sentido ricamente detalhado descritos nas identidades e experiências vividas das mulheres Africanas, e para revigorar as nossas estruturas teóricas e discursos que compreendam o que significa ser uma mulher Africana
    Qual é a ideia central do texto da Bibi Bakare-Yusuf? E quais os argumentos apresentados para sustentar a ideia? A ideia central do texto é fornecer uma teoria do poder, tanto como a capacidade (poder para) e como limitação (poder sobre). Poder para, refere-se à capacidade de agir e provocar mudanças no mundo. Em contraste, o poder sobre, impõe um limite sobre o poder como capacidade. Ao compreender o poder para, e o poder sobre, simultaneamente, somos capazes de ir além da generalização e determinismo, no sentido ricamente detalhado descritos nas identidades e experiências vividas das mulheres Africanas, e para revigorar as nossas estruturas teóricas e discursos que compreendam o que significa ser uma mulher Africana
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  • Quais são as dimensiones de género que conhece? E que exemplos da nossa realidade podem explicar cada uma das dimensões de género identificadas no texto da Joan scot?
    Quanto às dimensões do género, a autora apresenta as seguintes: a primeira dimensão que autora apresenta é a dimensão simbólica, que designa as representações do género. Por exemplo, Marta e Maria. A dimensão do parentesco; a dimensão da educação ( diferenciação da educação masculina e feminina em Moçambique, particularmente nos ritos de iniciação, é um elemento constitutivo do género ). Outra dimensão trazida pela autora é a dimensões da identidade subjetiva, isto é, a distribuições de poder (um controle ou um acesso diferencial aos recursos materiais e simbólicos). Em Moçambique essa dimensão é evidente pela existencia de alguns profissões e cargos exclusivamente masculinos, onde as mulheres, através da educação patriarcal, são ensinadas a não se envolverem. É mais fácil a um homem aceder a um cargo politico que uma mulher, precisamente pelo facto de haver diferenciação de oportunidades
    Quais são as dimensiones de género que conhece? E que exemplos da nossa realidade podem explicar cada uma das dimensões de género identificadas no texto da Joan scot? Quanto às dimensões do género, a autora apresenta as seguintes: a primeira dimensão que autora apresenta é a dimensão simbólica, que designa as representações do género. Por exemplo, Marta e Maria. A dimensão do parentesco; a dimensão da educação ( diferenciação da educação masculina e feminina em Moçambique, particularmente nos ritos de iniciação, é um elemento constitutivo do género ). Outra dimensão trazida pela autora é a dimensões da identidade subjetiva, isto é, a distribuições de poder (um controle ou um acesso diferencial aos recursos materiais e simbólicos). Em Moçambique essa dimensão é evidente pela existencia de alguns profissões e cargos exclusivamente masculinos, onde as mulheres, através da educação patriarcal, são ensinadas a não se envolverem. É mais fácil a um homem aceder a um cargo politico que uma mulher, precisamente pelo facto de haver diferenciação de oportunidades
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  • O que é o género na perspectiva de Joan Scott?
    Segundo Joan , o gênero é um elemento constitutivo de relações sociais baseado nas diferenças percebidas entre os sexos, e o gênero é uma forma primeira de significar as relações de poder. As mudanças na organização das relações sociais correspondem sempre à mudança nas representações de poder, mas a direção da mudança não segue necessariamente um sentido único. Fica patente nesta definição a ideia de que o género faz parte das relações sociais. Ela não é uma categoria exclusivamente biológica, mas sim fruto das relações sociais (construção social do género ). A autora inclui na sua definição também a ideia de que o género emerge das relações de poder. Ela significa relações de poder, isto é, a divisão sexual está intimamente relacionada com a divisão de poder dentro da sociedade.
    O que é o género na perspectiva de Joan Scott? Segundo Joan , o gênero é um elemento constitutivo de relações sociais baseado nas diferenças percebidas entre os sexos, e o gênero é uma forma primeira de significar as relações de poder. As mudanças na organização das relações sociais correspondem sempre à mudança nas representações de poder, mas a direção da mudança não segue necessariamente um sentido único. Fica patente nesta definição a ideia de que o género faz parte das relações sociais. Ela não é uma categoria exclusivamente biológica, mas sim fruto das relações sociais (construção social do género ). A autora inclui na sua definição também a ideia de que o género emerge das relações de poder. Ela significa relações de poder, isto é, a divisão sexual está intimamente relacionada com a divisão de poder dentro da sociedade.
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  • Avaliação no ensino de Filosofia
    Introdução O presente trabalho versa sobre a Avaliação no ensino de Filosofia, a escolha pelo tema surge na tentativa de buscar compreender até que ponto a avaliação pode de certa forma classificar o nível de conhecimento do aluno em torno de uma determinada temática abordada durante un certo tempo dentro do sistema escolar,...
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